O Tenente Lívio Louzada, da 23ª Cia Independente de Capelinha  informou a Gazeta dos Vales início da noite de hoje, que não há evidencias claras de que o caso da morte da adolescente, de 14 anos, vítima de afogamento na em uma represa na Fazenda Primavera, no município de Angelândia, tenha sido homicídio.

“Segundo a Perícia esteve no local, fez os trabalhos e não constatou nenhum sinal de violência na vítima. Na cidade haviam duas versões sobre a morte da menina. A primeira é que ela estava segurando nas costas de uma pessoa, e o indivíduo se desvencilhou dela permitindo que ela afogasse. A segunda versão é que ela soltou e acabou se afogando”, explicou Louzada.

O Tenente segue explicando: “o fato de não haver nenhum sinal de violência na vítima, nos faz acreditar que o mais provável é de que a jovem estava com amigos, se desiquilibrou e afogou na represa, no entanto, o boletim de ocorrência será encaminhado à Polícia Civil para que ela faça a apuração”.

O afogamento aconteceu durante o dia de ontem, 24 de setembro, mas o corpo só foi retirado no dia de hoje após a presença do Corpo de Bombeiros de Diamantina. No momento do ocorrido, quatro pessoas estavam no local.

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